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28/01/2012
09:24 CEG em Friburgo praquê?
 Deu no jornal local na coluna Giuseppe Massimo - 28 a 30 de janeiro 2012 -http://www.avozdaserra.com.br/colunas.php?colunista=4PONTO FINAL (DOS TEMPOS)Não é a obra do metrô e nem perfuração de poço de petróleo.A foto em questão mostra mais uma das bagunças que a concessionária CEG está protagonizando em via pública, na esquina da Comte Bittencourt com Oliveira Botelho.A calçada que é propriedade pública dos cidadãos foi literalmente roubada.Uma verdadeira desordem urbana!*Nota:A CEG veio para Nova Friburgo no governo Saudade Braga! Ketty Bertoncini | comentários(0
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18/01/2012
21:42 Nova Friburgo desnudada na Veja desta semana
 Com o sugestivo título "Os abutres que devoram verbas da reconstrução na serra",a revista Veja desta semana escancara a real situação dar região serrana do Rio de Janeiro depois da enchente que arrasou as três principais cidades da região:Nova Friburgo,Teresópolis e Petrópolis.Vale ler.Vale refletir na situação que está se muntiplicando por todo o Brasil. Ketty Bertoncini | comentários(0
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15/01/2012
20:41 Hum astronauta é nosso!
 O SBT está fazendo uma pesquisa sobre:
Quem é Maior Brasileiro de Todos os Tempos?
O Marcos Pontes (astronauta brasileiro) está participando não deixe de votar. É muito fácil e rápido: www.sbt.com.br
O Brasil, com seus 180 milhões de habitantes, possui apenas um astronauta
Desde Junho de 1998, quando foi selecionado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) através de concurso público aberto a todos os Brasileiros que tivessem os requisitos exigidos pelo edital, Marcos Pontes permanece continuamente à disposição do Programa Espacial Brasileiro, como Astronauta, para a realização de missões tripuladas segundo as necessidades do nosso País.
Até 1998, Marcos Pontes era piloto militar da Força Aérea Brasileira (FAB). Depois da seleção, ele teve que deixar de exercer as suas funções militares para poder representar o Brasil exclusivamente nas funções civis de Astronauta.
A função de Astronauta é civil e tem diversas atividades de relações institucionais, administrativas e políticas que são conflitantes com a atividade e o regulamento militar.
Portanto, conforme o que é feito normalmente por todos os países desenvolvidos, em maio de 2006, e após oito anos de dedicação exclusiva às funções civis, o Astronauta Marcos Pontes, que era administrativamente subordinado à FAB e operacionalmente ligado à AEB, foi efetivamente transferido pelo Comando da Aeronáutica para a reserva militar para que pudesse continuar a servir o Brasil na atividade civil de Astronauta, de forma mais completa e adequada, após a realização da sua primeira missão espacial.
Assim, após a sua transferência para a reserva militar, Marcos Pontes, além de continuar na sua função de Astronauta, também pode assumir outras responsabilidades e funções de grande importância para o País, entre elas: Diretor do Instituto Nacional para o Desenvolvimento Espacial e Aeronáutico, Professor e Pesquisador Convidado da USP, Consultor, Presidente de Fundação em prol da Educação, Embaixador Mundial da Educação Profissional, etc. Todas elas eram impedidas anteriormente pela sua situação de militar.
Na sua função primeira de Astronauta, atualmente ele aguarda com ansiedade pelo acionamento para o seu segundo vôo espacial, e poderá ser escalado pela AEB a qualquer momento, dependendo exclusivamente da decisão do Governo Brasileiro para a definição da missão.
Enquanto aguarda a definição sobre a sua escalação para a segunda missão espacial do Brasil, o Astronauta Brasileiro permanece em Houston, onde também está a disposição da AEB como representante técnico junto à NASA e outras instituições ligadas ao Programa da Estação Espacial Internacional (ISS).
No Brasil, o Astronauta Marcos Pontes também trabalha em prol do Programa Espacial Brasileiro na assessoria estratégica, na motivação de jovens para as carreiras de ciência e tecnologia, assim como na formação de Recursos Humanos, desenvolvendo junto ao Departamento de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP) a estrutura e os requisitos para a criação de um curso público de Engenharia Aeroespacial, visando suprir o Programa Espacial de engenheiros especializados nas atividades críticas dos nossos projetos.
O Astronauta Marcos Pontes, além de ser o Primeiro Astronauta Brasileiro, também é o Primeiro Astronauta lusófono e o Primeiro Astronauta Profissional com cidadania única de um País do Hemisfério Sul do Planeta.
(FONTE:http://www.marcospontes.net/) Ketty Bertoncini | comentários(0
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11/01/2012
08:25 Tragédia na região serrana do Rio: um ano depois
10.01.2012 - 06h00
Um ano após tragédia, moradores da região serrana do Rio reclamam de medo, abandono e desperdício de dinheiro público
Janaina Garcia
Enviada especial do UOL, no Rio de Janeiro
Tragédia na região serrana do Rio: um ano depois
Na parede empoeirada do bar que resiste, o comerciante Sebastião José da Rocha, 65, tenta manter limpo o quadro com a mensagem bíblica: "O Senhor é meu pastor, nada me faltará". Meia dúzia de passos adiante, com a devida atenção para não se tropeçar em escombros, a cozinheira Dalva de Abreu, 53, desabafa: para a vida retomar ao menos à normalidade ainda falta, sim, e muito. “Estou com saudade de lugar bonito. Quero esquecer aquilo lá, mas é difícil”.
Vizinhos na Posse, bairro que mescla casas simples e condomínios de chácaras luxuosas em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, ambos são sobreviventes da chuva que dizimou mais de 900 pessoas, segundo cálculos da Defesa Civil do Estado, na noite de 12 de janeiro de 2011. Só em Teresópolis, segunda cidade mais atingida, foram quase 400 mortos.
Um ano depois, a reportagem do UOL percorreu as três cidades que mais sofreram os efeitos das fortes chuvas --Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis-- e viu que obras de recuperação e de prevenção não realizadas ou executadas a um ritmo excessivamente lento eximem a “saudade” relatada pela moradora de se tornar mera força de expressão.
Nos depoimentos, revolta com a inoperância de administradores, decepção pelos bens perdidos e acumulados ao longo de uma vida e saudade pelos amigos e parentes que morreram são tão perceptíveis quanto o medo de que o episódio se repita --uma vez que a vulnerabilidade está exposta em cada município visitado.
E nas três cidades, o que não faltam são cenas como encostas ainda com desabamentos, quando chove, moradores que vivem em áreas de risco e obras cuja eficiência e celeridade são postas à prova pelo olhar de quem mora e mesmo de quem é de fora.
O UOL fez contato com as assessorias dos prefeitos das três cidades para a série de reportagens sobre a região serrana que será publicada a partir de hoje. Até esta publicação, contudo, nem Paulo Mustrangi (PT), de Petrópolis, tampouco Arlei Rosa (PMDB), de Teresópolis, ou Sergio Xavier (PSD), de Nova Friburgo, retornaram o pedido de entrevista.
Em Itaipava, comerciante “tem que rebolar”
Cidade com pouco mais de 296 mil habitantes, Petrópolis teve os estragos concentrados no distrito de Itaipava --onde está o vale do rio Cuiabá, localidade rural que concentrou as mais de 70 mortes do município.
No comércio do vale, moradores têm viva na memória a madrugada do dia 12 de janeiro do ano passado, quando, por volta das 2h, começaram a ver sentir os efeitos da chuva e dos primeiros e mais intensos deslizamentos.
Em vários estabelecimentos, são comuns as tábuas fixadas a alturas a partir de dois metros para preservar os bens de eventual enchente. Afinal, a do passado pode ter sido a maior, mas não foi a única --que o diga o fevereiro de 2008 ainda lembrado nos relatos.
A reportagem esteve no local em um dia útil e horário comercial. Ao lado de montes de areia retirados do rio, uma retroescavadeira parada desperta a ira e incredulidade dos vizinhos.
“Não é possível que todo ano vai ser a mesma tragédia, né? Essas obras aí são de enganar bobo. Nós, comerciantes, não tivemos ajuda nenhuma; só eu tive mais de R$ 100 mil de prejuízo. Apresentei todos os documentos [para obter facilidade de crédito], estou pagando o que perdi e o que tive que repor”, desabafa o comerciante Ademir da Costa Maia, 56, dono de uma loja de materiais de construção. “A gente tem que rebolar; as vendas caíram quase 100%”.
A mulher de Maia, Sandra Helena da Ponte Maia, 44, se emociona ao lembrar dos 13 mortos só na família dela. “Fora amigos, clientes, vizinhos... A gente sabe que o dinheiro para reconstruir veio, e não só do governo federal. Ficam a dor e a revolta de saber disso e saber de gente que vive ou de aluguel social [benefício de R$ 500 mensais] ou de favor”, diz. “Fiquei doente por causa disso aqui. É um estado de abandono total”.
Em Teresópolis, muita propaganda e pouca recuperação
Segundo município mais afetado, Teresópolis teve quase 400 mortes em bairros urbanos e rurais e coleciona atualmente placas de obras executadas pelo Estado e que estampam cifras de milhões de investimentos que, na prática, mostram que ainda há muito por fazer.
Na cascata do Imbuí, por exemplo, o tradicional point de turistas deu lugar a ruas enlameadas e uma paisagem assustadora de encostas nuas e água escura de barro. Ao redor da cascata, e nas ruas próximas, obras de contenção ainda no começo, ou pela metade, ganharam pichações de supostos moradores indignados com a demora.
Ainda nas proximidades, casas --dentre as quais, algumas mansões-- que eram escondidas por muros gigantes jazem à mostra com objetos na parte externa e muito mato. “Cuidado que aí tem cobra”, grita um morador que passa de bicicleta no meio da poeira espessa da área. Boa parte dessas construções pertencia a pessoas da capital ou de bairros nobres da própria cidade.
“É de ficar triste, revoltado com uma situação dessas. Pontes e estradas foram destruídas, creches e escolas interditadas e córregos viraram rios. Só na minha casa o barro subiu 1,90 metro, tivemos um prejuízo grande, mas o pior é ir lembrando das pessoas que morreram e ver que, às que ficaram, faltam critérios para se pagar aluguel social, por exemplo”, reclama Madalena Rucker, coordenadora de um projeto social voltado à inserção de jovens e adolescentes no mercado de trabalho. Vários, diz ela, morreram na tragédia.
Pelo caminho de várias ruas, pedras de até dois metros de altura que deslizaram há um ano persistem: algumas poucas cortadas a máquina, mas a maioria lembrada por vizinhos como a causa de bairros quase totalmente destruídos --caso de Campo Grande.
Onde tudo começou, um fim "aterrorizante"
Em Nova Friburgo, cidade onde os primeiros deslizamentos foram registrados já na noite de 11 de janeiro, os estragos ainda são bem visíveis em áreas da zona urbana --tão explícitos quanto o centro turístico-- e da zona rural.
Principal ponto turístico da cidade, o teleférico está parado há um ano e a praça do Suspiro, onde ele está localizado, não teve em 12 meses finalizada a obra de pavimentação e outras benfeitorias. Em pleno fim de semana, como constatou a reportagem do UOL, o local fica vazio e com donos de charretes de passeio praticamente à deriva: a clientela minguou.
“Isso aqui vivia cheio, era uma felicidade só. Agora é triste demais de ver, mas as obras do município estão muito lentas”, observa o vigia Deni Oliveira, 40, na praça. Ainda no centro, na rua Cristina Aziedi, a localidade classe média deu lugar a um ponto em que predominam casas interditadas, esqueletos de construções e obras de contenção ainda longe de terminarem. Foi ali que 22 pessoas morreram.
Para a comerciante Eliane Moura, 60, moradora da rua, pouca coisa mudou desde janeiro de 2011. “Retiraram entulhos e interditaram várias casas. Eu mesma até hoje tenho que deixar meu carro na rua por causa das restrições que impuseram, mas a situação aqui mostra bem a inércia e a inoperância dos governos: foram mais de sete meses para começar as obras, que são lentas, e basta chover para a gente ter medo e monitorar nível da água, essas coisas --e para quê? Para se sentir num lugar aterrorizante. É isso que virou”.
(FONTE:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/01/11/um-ano-depois-da-tragedia-moradores-da-regiao-serrana-do-rio-reclamam-de-medo-abandono-e-desperdicio-de-dinheiro-publico.htm) Ketty Bertoncini | comentários(0
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10/01/2012
18:15 APAGÃO EM NOVA FRIBURGO
 APAGÃO EM NOVA FRIBURGO
Não é só a forte chuva que está abalando a população friburguense. A falta de energia elétrica hoje, 9, por volta das 11:00 causou vários transtornos na cidade. Sinais de trânsito ficaram apagados, elevadores pararam com pessoas dentro, lojas e empresas tiveram seus equipamentos e produtos comprometidos.
Para a sorte da população a interrupção da energia elétrica aconteceu com a luz do dia, caso contrário os danos e estragos poderiam ser maiores para a cidade e seus moradores.
Em alguns pontos da cidade a energia voltou por volta das 15:00 em outros as equipes da Energisa ainda trabalham para restaurar a normalidade dos serviços.
Em nota a empresa esclarece:
A Energisa esclarece que a interrupção no fornecimento de energia elétrica registrada em quase todo o município de Nova Friburgo nesta segunda-feira, 9 de janeiro, às 11h47min, foi motivada por uma falha no sistema de transmissão da AMPLA, empresa responsável pelo suprimento de energia à Energisa.
Imediatamente, a Energisa tomou todas as providências junto à AMPLA, visando reduzir os impactos decorrentes da interrupção. Neste momento, equipes da Energisa e da AMPLA trabalham juntas para que os reparos sejam executados o mais rápido possível.
A Energisa lamenta pelos transtornos ocorridos e agradece a compreensão de seus clientes."
(FONTE:http://www.facebook.com/?ref=logo) Ketty Bertoncini | comentários(0
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08/01/2012
00:13 Chuva em Nova Friburgo
Chuva em Nova Friburgo
Defesa Civil afirma que previsão para o fim de semana é de chuva moderada
Nos últimos dias vários veículos têm divulgado uma previsão de fortes chuvas para as regiões Serrana e Noroeste. Com a notícia, muitos moradores de áreas de risco estão preocupados e temem mais perdas. De acordo com o site meteorológico Climatempo, é esperado entre este sábado e segunda-feira um maior volume de chuva nessas regiões, que podem receber 100 mm em 24 horas.
Também segundo o Climatempo, uma nova frente fria chega ao Sudeste e aumenta a instabilidade na região. Nuvens carregadas se espalham por todo o Estado do Rio e há previsão de chuva moderada a forte. Há riscos de alagamentos e deslizamentos de terra. A expectativa é de que a partir de terça-feira, 10, o tempo comece a melhorar, com aparecimento de sol e elevação nas temperaturas.
No entanto, segundo o tenente-coronel João Paulo Mori, coordenador da Defesa Civil, tais informações não são condizentes com as previsões dos órgãos que trabalham em conjunto com a Defesa Civil municipal. A previsão, segundo Mori, é de chuva moderada. "Não há motivo para desespero nem pânico. A Defesa Civil vai se preparar como se fosse uma chuva forte", frisou Mori, lembrando que a média esperada é de 25 mm em uma hora, configurando-se chuva moderada.(FONTE:AVS/http://www.avozdaserra.com.br/noticias.php?noticia=17864) Ketty Bertoncini | comentários(0
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06/01/2012
10:49 Buenba!!!!!!!!Crea faz nova vistoria e vê pouca coisa feita!
 Crea faz nova vistoria em Nova Friburgo
Por Karina Monnerat
Representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agricultura do Rio de Janeiro (Crea-RJ) estiveram em Nova Friburgo na última quarta-feira, 4, para vistoriar e diagnosticar as causas dos deslizamentos que ocorreram devido a chuva da última semana e analisar quais ações de prevenção a novos desastres foram efetivamente realizadas.
A vistoria foi iniciada no centro, na Praça do Suspiro e seguiu pelos bairros Córrego Dantas, Jardim Califórnia, Duas Pedras e demais localidades que apresentam pontos de grande vulnerabilidade. Já no Suspiro, o assessor de meio Ambiente do Crea, Adacto Ottoni apontou um dos fatores que contribuem para os alagamentos das ruas e transbordamento do Rio Bengalas. Segundo ele, o sedimento que está descendo em grande quantidade do morro do teleférico é direcionado para o rio, o que causa assoreamento do Bengalas e de toda a canalização, propiciando a inundação.
Adacto ressaltou que a quantidade de sedimentos no local é muito grande para a quantidade de chuva que caiu, o que representa um indicador preocupante de erosão e de que o solo não está devidamente protegido. “O sedimento está vindo, assoreando tudo, indo para o rio, gerando problemas não só de drenagem, mas do próprio rio, agravando o risco de transbordamento”, explicou.
Em relação às obras de contenção o assessor e também engenheiro destacou que o município priorizou as obras de curto prazo, que envolvem organização dos abrigos, limpeza e reestruturação da cidade, deixando de lado as obras de médio e longo prazo que envolvem a prevenção de novos desastres. “As obras tinham que ser planejadas para terminar em setembro, outubro no máximo. Enchente se combate na estiagem”, completou.
De acordo com Adacto pouca coisa foi feita no município e há pouca vontade política para realizar as ações necessárias para prevenir uma nova catástrofe. “Nova Friburgo não precisa viver eternamente com risco de ficar inundada. Os mecanismos de proteção da cidade tecnicamente existem, mas não tem havido vontade política”, ressaltou.
Logo após a tragédia climática, o Crea realizou a inspeção de alguns locais afetados pelas chuvas e elaborou um relatório apresentando as possíveis causas da tragédia e sugestões de curto, médio e longo prazo para serem executadas pelo Poder Executivo. O relatório foi encaminhado à prefeitura, ao estado e ao Ministério Público.
Em agosto foi realizada uma vistoria para avaliar a situação do município e o andamento da realização das medidas sugeridas, onde foi constatada a fragilidade de toda a região, tendo em vista que poucas medidas foram tomadas e que a população já havia voltado para os locais de risco.
Após a visita desta semana, o Crea vai elaborar um novo relatório das áreas atingidas, contemplando novas sugestões de ações e medidas a serem tomadas pelo Poder Executivo para evitar que uma nova tragédia aconteça.
(FONTE:JORNAL NOVA IMPRENSA DE NOVA FRIBURGO /http://www.novaimprensa.com.br/3932-crea-faz-nova-vistoria-em-nova-friburgo.html) Ketty Bertoncini | comentários(1
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